8.ª Nota ao discurso de Vasco Gonçalves em Almada
A 18 de agosto de 1975, o primeiro-ministro Vasco Gonçalves proferiu um discurso em Almada. Quase cinquenta volvidos deste período, a leitura atenta, cuidada e imparcial desse discurso, informada por tantas décadas de democracia, oferece umas notas de leitura, que doravante de apresentam. Não satisfeitos com a total liberdade de que desfrutam no país, tais indivíduos, ao verem que o tempo trabalha contra os seus interesses de politiqueiros ávidos de poder, transformaram-se, sem vergonha, nos principais fornecedores das oficinas reacionárias [8] que, em portugal e no estrangeiro, porfiam em lançar o descrédito sobre o nosso empreendimento patriótico a que deitámos ombros , desde o vinte e cinco de abril, para que cada português seja livre e feliz . [8] Qualquer moleque de ensino simples descobre pelas eurecas da própria mente que o pobre Newton tinha, apesar de toda a sageza por que é louvado, duas importantes limitações: o tempo e o tempo. Talvez resultado de uma pancada na cabeça, pr...