parábolas de Carlos Marques e Frederico Egas aos filhos duma revolução (4)
parábola da chibata
Em certa quinta havia um homem que, preocupado em voltar, ele e os outros homens, rápido para junto de suas mulheres, auxiliava os trabalhadores dando-lhes ânimo e velocidade por meio de uma verga rija que assentava, em ritmo e compasso, nas costelas que serviam de tambor. Estes, que não reconheciam a previdência que tantas vezes os levara mais cedo ao lar, por vezes se queixavam da ajuda. Respondia-lhes o feitor, "Tanto queixume jorra dos vossos beiços, mas deste pedaço de vime nascido na vossa aldeia, que recolhi perante vossos olhos, que moldei e poli, jamais ouvi um choro".
Em certa quinta havia um homem que, preocupado em voltar, ele e os outros homens, rápido para junto de suas mulheres, auxiliava os trabalhadores dando-lhes ânimo e velocidade por meio de uma verga rija que assentava, em ritmo e compasso, nas costelas que serviam de tambor. Estes, que não reconheciam a previdência que tantas vezes os levara mais cedo ao lar, por vezes se queixavam da ajuda. Respondia-lhes o feitor, "Tanto queixume jorra dos vossos beiços, mas deste pedaço de vime nascido na vossa aldeia, que recolhi perante vossos olhos, que moldei e poli, jamais ouvi um choro".