"Olhai boa gente, olhai para este delicado lenço que me tapa o rosto. Olhai para ele e vede a minha pureza, a minha nobre castidade, a alvura da minha sensível alma. Olhai também para estas limadas unhas que tenho, tão formosamente suaves as suas arestas que as podeis usar para afagar a pele do recém-nascido mais macio. Reparai no ícone que trago comigo, este luxurioso símbolo de virtude que atesta na sua inação a minha franca e inocente formosura mental. Folgo em poder aqui estar, em vos poder agraciar com as minhas doces palavras, no poder partilhar convosco a ternura da minha vontade, a beleza do meu caráter. Acalento o meu coração por me saber também entre vós e os vossos pristinos chapéus, que demonstram a vossa simples modéstia, o vossa observância pela castidade. Enriqueço na vossa nobre presença, congratulando os vossos sapatos bem engraxados, livres de impurezas e dejetos, límpidos como uma água beatificante. E nos símbolos que trazeis, irmãos em espírito do meu ícone, ...